Desde os maias a goma de mascar já foi considerada prejudicial à saúde e, na década de 60, serviu de símbolo de contestação. Entretanto, estudiosos defendem que a goma de mascar estimula a inteligência, além de disfarçar o mau hálito e diminuir a ansiedade. A goma de mascar grudou no mundo todo e já virou tema de música, gíria, mania de famosos, de crianças e de adultos. Agora, algumas curiosidades das gomas de marcar que vão grudar em você (essa foi infame, mas vai grudar mesmo).

9000 a.C

Datado dessa época, os suecos encontraram um pedaço de goma que trazia marcas de dentes de uma mulher primitiva.

4000 a.C a 2500 a.C

Os gregos mastigavam a goma da árvore mástiche para tentar curar doenças e o mau hálito.

2000 a.C a 1453 d.C

Os maias mascavam o látex da árvore sapotizeiro e o chamavam de chicle, que deixava a boca úmida durante as viagens. O hábito de mascar não era bem visto por todos já naquela época.

1848

O lenhador John Bacon Curtis ferveu, cortou e embalou a resina de um abeto, a árvore de Natal. Mesmo sem sabor (ou com sabor de árvore), o produto fez sucesso e inaugurou a produção comercial do chiclete.

1872

O fotógrafo nova-iorquino Thomas Adams Jr. sovou uma massa de látex de sapotizeiro e criou uma goma sabor alcaçuz, que foi comercializada a 1 centavo de dólar em farmácias. Foi o início da gigantesca Adams.

1928

Walter Diemer, aos 23 anos, criou a primeira goma que fazia bolas. Com conhecimento muito pequeno de química, ele misturou os ingredientes certos com um corante e distribuiu as pastilhas uma noite após o Natal. A partir daí, o rosa se consagrou como cor preferencial das gomas de mascar.

1939

Durante a Segunda Guerra Mundial, soldados americanos mascavam para impedir que o maxilar travasse em emboscadas noturnas.

Depois disso, vivemos muitas aventuras de sabores e gomas alternativas, como a diet, a light, as que mancham e por aí em diante. Grudou?

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