Tente identificar se você ativa regularmente os sete estados cerebrais associados ao pensamento criativo descritos pela pesquisadora Shelley Carson, autora do livro Seu Cérebro Criativo (que sai no Brasil no ano que vem). E depois comece a treinar.

– Conectar: Estado de atenção desfocada que permite enxergar conexões entre objetos ou conceitos que parecem naturalmente disparatados. Esse estado facilita gerar soluções múltiplas para um problema. É a base para o pensamento divergente.
– Pensar: Favorece usar informações armazenadas na memória para resolver um problema. É o que usamos diariamente para o planejamento.
– Visualizar: Favorece o pensamento não-verbal e a identificação de padrões entre conceitos independentes. O pensamento tende a vir em metáforas. É o estado cerebral da imaginação.
– Absorver: A cabeça se abre para novas ideias, conhecimento e experiências, sem críticas. Tudo fascina e chama atenção.
– Transformar: Nesse estado, a pessoa se sente inconformada, insatisfeita, ansiosa e dolorosamente vulnerável. Mas motivada para se expressar. O mau humor é a deixa para buscar uma transformação do que não está bom em algo melhor, por meio da arte e da performance.
– Avaliar: É o estado da seleção, do olhar crítico. A pessoa julga o valor das ideias, conceitos, produtos, comportamentos e até outras pessoas. Depois da geração de ideias criativas, o cérebro se prepara para selecionar as que servem.
– Seguir o fluxo: Os pensamentos e ações passam a fluir numa sequência harmoniosa, como se fossem orquestrados por forças externas. É o que favorece a improvisação no jazz, a escrita narrativa da ficção e a descoberta passo a passo de um novo fato científico.

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